09 set 2016

Venho por meio deste fazer um apelo. Um pedido ao mundo todo.

Quem viveu a adolescência no início dos anos 2000 pegou o auge da moda masculina (não vou falar da feminina porque eu não sei o nome dos coiso, me ajudem).

O sonho de todo rapaz na época era SER esta pessoa:

rodriguinho

Cabelo descolorido, viseira branca, brinco de pedra feat. argola, semi luva de goleiro de salão, regata pra aparecer o MUQUE, e da cintura pra baixo a BERMUCALÇA…

Veja completo

12 abr 2016

Percebi que faz tempo que não escrevo textos por aqui, então resolvi transformar alguns pensamentos nesse pequeno conjunto de palavras.

Sempre vejo muita gente falando que não curte mandar seu cocozinho embora fora de casa. Na moral, ninguém gosta, mas tem gente que não fala de cocô porque tem vergonha. A verdade é que todo mundo caga, e não há motivo para não falarmos abertamente sobre o assunto.

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Até os 18 anos eu nunca tinha cagado fora da minha casa ou de casa de algum parente ou amigo bem próximo. Eu simplesmente não conseguia, preferia segurar o aerolito na porta da saída do que encarar um vaso estranho. Quando entrei na faculdade, e comecei a passar o dia todo fora, percebi que alguma hora ia acontecer o inevitável.

E aconteceu. Era uma noite chuvosa, última aula do dia, e logo no início da aula, as contrações já estavam com intervalo de 10 segundos, e mesmo sem espelho, eu conseguia ver meu próprio rosto ficando verde da caganeira. Por sorte, o prédio da faculdade era novo, o banheiro limpíssimo, e com papel de sobra. O bombardeio durou 46 segundos, fiz tudo o mais rápido que consegui, pois aquilo era desconfortável pra mim. Porém, os anos foram passando, e como eu trabalhava durante o dia e estudava à noite, era impossível não fritar um churros em um desses lugares.

Conforme os anos foram passando, peguei um gosto por marcar locais. Fazer um check-in em locais diferentes usando apenas meu cocô. Aquele meu antigo medo de cagar fora de casa se transformaria em uma profissão informal: sommelier de vaso sanitário.

Nos últimos anos eu viajei para vários locais, e notei que cada aeroporto tem sua forma de deixar o vaso confortável para sua cagada. Alguns aeroportos tem protetor de assento, que são desconfortáveis mas é a única saída as vezes. No aeroporto do Galeão, no Rio tem um spray desinfetante, pra passar no assento antes de depositar seu rabo, o que eu julgo até agora como a melhor solução pra não pegar zika vírus pelo cu.

Na minha cidade, Porto Alegre, eu tenho um mapa mental de onde é melhor pra cagar caso você precise. Nos shoppings eu já praticamente sou especialista em banheiros: no Iguatemi é abafado e escuro, no Praia de Belas é apertado, no Bourbon o vaso é ruim de sentar, no Barra a porta é alta e quase transparente, dificultando a concentração. Eu poderia escrever um guia ONDE CAGAR EM PORTO ALEGRE. Inclusive aconselho amigos que estão nessa situação, para melhorar sua experiência. “Ó, CAGA ALI QUE É MELHOR QUE AQUI”, eu digo pra eles.

Então, para aqueles que ficam dias segurando a merda só pra não cagar fora de casa (conheço gente que ficou 4 dias sem cagar durante o feriado de carnaval só pra esperar voltar pra casa), eu recomendo que experimente essa nova experiência, avalie locais, se especialize, ajude as pessoas a terem uma cagada confortável. Sua vida vai mudar, confie em mim.

17 jul 2015

Já que as histórias emocionantes tão fazendo sucesso por aqui, vou aproveitar o momento e mandar mais uma:

hist

Toda história que de certa forma envolve o Péricles é sempre válida. Não importa o contexto, basta o Péricles aparecer. E essa parece ser verídica. Daqui a pouco já dá pra publicar um livro…

15 jul 2015

Mais uma daquelas famosas histórias de “texto verde”, tipo um texto que eu fiz aqui há um tempo atrás. Esse apareceu lá no grupo hoje, senta que lá vem a história:

hist

Qualquer história com o Péricles é uma boa história. Não se prendam a fatos ou a veracidade ou não da história, apenas imaginem o Péricles nessa cena.

27 abr 2015

Sei lá, achei que vocês poderiam gostar dessa história:

>Há um tempo atrás fui na fazenda de uma amiga minha
>VIDALVA o nome da vadia
>Todos chamavam ela de VIDA
>A fazenda era muito loca
>Lugar bacana, tranquilão
>Estavam essa minha amiga, a irmãzinha e a mãe delas
>Precisavam buscar um porco do outro lado da fazenda
>Tinha uma caminhonete
>Ninguém ali sabia dirigir, o pai delas tinha saído
>EU BUSCO O PORCO, disse eu
>Era um porco de competição, já tinha vencido concursos várias vezes
>Chamavam ele de Campeão, Vencedor, etc.
>Qualquer coisa que lembrasse vitória
>Junto com esse porco estava outro bem agressivo chamado PEÃO DE BOIADEIRO
>O bicho era o demônio
>Tinha esse nome porque mesmo subindo nele ele não se entregava
>Disseram que antes de pegar o porco certo, eu deveria levar o outro para um cercado
>DEXA COMIGO, disse eu
>Lá fui eu buscar o porco
>No meio do caminho vejo um negão fechando um portão
>Aqueles portão de fazenda, enorme
>Tudo cerca em volta
>Bem no meio da estrada de terra
>Eu peço pra ele abrir, mas ele manda continuar a pé
>Discuti por um tempo, mas desisti, saí da caminhonete e passei por uma abertura
>Caminhei um pouco quando apareceu ele
>Um cachorro do tamanho de um urso
>O negão da cerca gritou “SASSO, VEM”
>Mas ele não veio
>O Sasso correu na minha direção
>Meu coração parou
>Corri pela minha vida
>Sasso era mais rápido
>Ele me derrubou
>Por sorte, ele só queria brincar
>Mesmo assim, com a queda, dei de cara na lama
>Me esfolei todo
>E o bicho em cima de mim
>Não conseguia ver nada de tanta lama na cara
>Um outro cara tava passando ali e me ajudou
>Ele perguntou “cara, o que aconteceu?”
>Eu expliquei:
>NESTA LONGA ESTRADA DA VIDA
>VOU CORRENDO E NÃO POSSO PARAR
>NA ESPERANÇA DE CERCAR O PEÃO
>ALCANÇANDO O PRIMEIRO LUGAR
>MAS UM PRETO CERCOU MINHA ESTRADA
>E O CÃO SASSO ME DOMINOU
>MINHAS VISTAS SE ESCURECERAM
>E O FINAL DA CORRIDA CHEGOU


Vai filhão!