ah nem me fale aki em ksa de madruga é um escuro….
e tem boatos q as luzes tao acendendo sozinhas….
e ainda lembrando de lendas urbanas(n olhe pra traz, n apague a luz,bem tenso ¬¬)
eu vou na cozinha pegar agua e volto correndo kkkkkkkk
As informações trazidas para o cérebro faz indagar ou imaginar algo que supostamente não existe.A lembrança nem sempre é de algo real ou visto com convicção.Fome,Dor,doenças ou outras situações estremas faz sempre imaginar algo que não existe e é armazenado em nossa memória.
A memória é a capacidade de adquirir (aquisição), armazenar (consolidação) e recuperar (evocar) informações disponíveis, seja internamente, no cérebro (memória biológica), seja externamente, em dispositivos artificiais (memória artificial).
A memória focaliza coisas específicas, requer grande quantidade de energia mental e deteriora-se com a idade. É um processo que conecta pedaços de memória e conhecimentos a fim de gerar novas idéias, ajudando a tomar decisões diárias.
Os neurocientistas (psiquiatras, psicólogos e neurologistas) distinguem memória declarativa de memória não-declarativa. A memória declarativa, grosso modo, armazena o saber que algo se deu, e a memória não-declarativa o como isto se deu.
A memória declarativa, como o nome sugere, é aquela que pode ser declarada (fatos, nomes, acontecimentos, etc.) e é mais facilmente adquirida, mas também mais rapidamente esquecida. Para abranger os outros animais (que não falam e logo não declaram, mas obviamente lembram), essa memória também é chamada explícita. Memórias explicitas chegam ao nível consciente. Esse sistema de memória está associado com estruturas no lobo temporal medial (ex: hipocampo, amígdala).
Psicólogos distinguem dois tipos de memória declarativa, a memória episódica e a memória semântica. São instâncias da memória episódica as lembranças de acontecimentos específicos. São instâncias da memória semântica as lembranças de aspectos gerais.
Já a memória não-declarativa, também chamada de implícita ou procedural, inclui procedimentos motores (como andar de bicicleta, desenhar com precisão ou quando nos distraímos e vamos no “piloto automático” quando dirigimos). Essa memória depende dos gânglios basais (incluindo o corpo estriado) e não atinge o nível de consciência. Ela em geral requer mais tempo para ser adquirida, mas é bastante duradoura.
Memória, segundo diversos estudiosos, é a base do conhecimento. Como tal, deve ser trabalhada e estimulada. É através dela que damos significado ao cotidiano e acumulamos experiências para utilizar durante a vida.
Até meados do século XX, a maioria dos estudos sobre aprendizagem questionava que as funções da memória seriam localizadas em regiões cerebrais específicas, alguns chegando a duvidar de que a memória seria uma função distinta da atenção, da linguagem e da percepção. Acreditava-se que o armazenamento da memória seria distribuído por todo o cérebro.
A partir de 1861, Broca evidencia que lesões restritas à parte posterior do lobo frontal, no lado esquerdo do cérebro, chamada de área de Broca, causavam um defeito específico na função da linguagem. Após essa localização da função da linguagem, os neurocientistas tornaram a voltar-se para a hipótese de se localizar a memória.
Wilder Penfield foi o primeiro a conseguir demonstrar que os processos da memória têm localizações específicas no cérebro humano. Penfield havia estudado com o pioneiro em neurofisiologia, Charles Sherrington. Na década de 1940, Penfield começou a usar métodos de estimulação elétrica, idênticos aos usados por Sherrington em macacos, para mapear as funções motoras, sensoriais e da linguagem no córtex humano de pacientes submetidos à neurocirurgia, para tratamento de epilepsia. Penfield explorou a superfície cortical em mais de mil pacientes e verificou que a estimulação elétrica produzia o que ele chamou de resposta experiencial, ou retrospecção, na qual o paciente descrevia uma lembrança correspondente a uma experiência vivida.
O Professor Antônio Branco Lefèvre é considerado o pai da neuropsicologia no Brasil. Lefèvre foi professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e suas pesquisa abrangeram a memória e a linguagem – a neuropsicologia – de crianças e adultos.
Tipos de memória
Memória declarativa. É a capacidade de verbalizar um fato. Classifica-se por sua vez em:
Memória imediata. É a memória que dura de frações a poucos segundos. Um exemplo é a capacidade de repetir imediatamente um número de telefone que é dito. Estes fatos são após um tempo completamente esquecidos, não deixando “traços”.
Memória de curto prazo. É a memória com duração de alguns segundos ou minutos.[2] Neste caso existe a formação de traços de memória. O período para a formação destes traços se chama de Período de consolidação. Um exemplo desta memória é a capacidade de lembrar eventos recentes que aconteceram nos últimos minutos.
Memória de longo prazo. É a memória com duração de dias, meses e anos. Um exemplo são as memórias do nome e idade de alguém quando se reencontra essa pessoa alguns dias depois. Como engloba um tempo muito grande pode ser diferenciada em alguns textos como memória de longuíssimo prazo quando envolve memória de muitos anos atrás.
Memória de procedimentos. É a capacidade de reter e processar informações que não podem ser verbalizadas, como tocar um instrumento ou andar de bicicleta. Ela é mais estável, mais difícil de ser perdida.
Esse é um dos casos da memoria de procedimentos, onde algo lembra e fixa na atividade recorrida no filme ou série.
aham cara! ooooooooooossa,e detalhe:né sóo isso,é antes de dormir tbm. Ooooou,quando vc dorme,e se acorda de madrugada. FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
02/12/2011 as 12:34
kkkkk o meu é bem assim…
03/12/2011 as 18:31
Realmente o Joe me conhece kkkkkkkkkkkkkkkk
05/12/2011 as 12:00
Morticya quis peitão hein!! pode crer..
08/12/2011 as 0:27
que melão eihn ‘-’
15/12/2011 as 22:19
tarados
02/12/2011 as 12:34
lol
02/12/2011 as 12:35
Antes de dormir também SAUHUHASUHAS
02/12/2011 as 12:51
pq não lembrar de desenhos?….cérebro maldito
02/12/2011 as 13:02
Acontece comigo toda noite. ): Falo mermo
02/12/2011 as 13:05
ai nao vo mais no banheiro !
02/12/2011 as 13:38
Por isso q eu vou cantando alguma música tola mentalmente
02/12/2011 as 13:39
“eu vou mostrar p/ a moçada como fazer” do castelo ra-tim-bum ta na play list do meu cérebro
15/12/2011 as 22:20
eu tbm canto kkkkkkk
02/12/2011 as 13:55
como manda tirinhas pro joe?
02/12/2011 as 13:56
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK EU SEI QUAL É A MUSICA ): MALDITO CÉREBRO
02/12/2011 as 14:15
Cérebro!!
pq vc só lembra das coisas nas horas q eu não quero lembrar?
02/12/2011 as 14:47
Porra cérebro!
02/12/2011 as 14:52
Acontece sempre, por isso eu canto, pra ver se esquece
02/12/2011 as 16:32
podia colocar outra coisa ao inves de cortar o cabelo, nenhuma pessoa consiente decide cortar o cabelo em plena madrugada.
02/12/2011 as 17:00
ah nem me fale aki em ksa de madruga é um escuro….
e tem boatos q as luzes tao acendendo sozinhas….
e ainda lembrando de lendas urbanas(n olhe pra traz, n apague a luz,bem tenso ¬¬)
eu vou na cozinha pegar agua e volto correndo kkkkkkkk
02/12/2011 as 18:51
é sempre assim … fico com muito medinho
02/12/2011 as 19:24
Acontecia muito quando eu era criança. Agora so acordo d dia kkkkkkkkkkkk
02/12/2011 as 21:06
eh sempre… SEMPRE assim da vontade de tirar o cérebro e dar descarga
02/12/2011 as 22:19
Fato! E tbm qnd apaga a luz pra ir dormir
02/12/2011 as 22:26
eu vou normalmente cantando don’t stop me now do Queen, nada mais conveniente :P
03/12/2011 as 2:31
As informações trazidas para o cérebro faz indagar ou imaginar algo que supostamente não existe.A lembrança nem sempre é de algo real ou visto com convicção.Fome,Dor,doenças ou outras situações estremas faz sempre imaginar algo que não existe e é armazenado em nossa memória.
A memória é a capacidade de adquirir (aquisição), armazenar (consolidação) e recuperar (evocar) informações disponíveis, seja internamente, no cérebro (memória biológica), seja externamente, em dispositivos artificiais (memória artificial).
A memória focaliza coisas específicas, requer grande quantidade de energia mental e deteriora-se com a idade. É um processo que conecta pedaços de memória e conhecimentos a fim de gerar novas idéias, ajudando a tomar decisões diárias.
Os neurocientistas (psiquiatras, psicólogos e neurologistas) distinguem memória declarativa de memória não-declarativa. A memória declarativa, grosso modo, armazena o saber que algo se deu, e a memória não-declarativa o como isto se deu.
A memória declarativa, como o nome sugere, é aquela que pode ser declarada (fatos, nomes, acontecimentos, etc.) e é mais facilmente adquirida, mas também mais rapidamente esquecida. Para abranger os outros animais (que não falam e logo não declaram, mas obviamente lembram), essa memória também é chamada explícita. Memórias explicitas chegam ao nível consciente. Esse sistema de memória está associado com estruturas no lobo temporal medial (ex: hipocampo, amígdala).
Psicólogos distinguem dois tipos de memória declarativa, a memória episódica e a memória semântica. São instâncias da memória episódica as lembranças de acontecimentos específicos. São instâncias da memória semântica as lembranças de aspectos gerais.
Já a memória não-declarativa, também chamada de implícita ou procedural, inclui procedimentos motores (como andar de bicicleta, desenhar com precisão ou quando nos distraímos e vamos no “piloto automático” quando dirigimos). Essa memória depende dos gânglios basais (incluindo o corpo estriado) e não atinge o nível de consciência. Ela em geral requer mais tempo para ser adquirida, mas é bastante duradoura.
Memória, segundo diversos estudiosos, é a base do conhecimento. Como tal, deve ser trabalhada e estimulada. É através dela que damos significado ao cotidiano e acumulamos experiências para utilizar durante a vida.
Até meados do século XX, a maioria dos estudos sobre aprendizagem questionava que as funções da memória seriam localizadas em regiões cerebrais específicas, alguns chegando a duvidar de que a memória seria uma função distinta da atenção, da linguagem e da percepção. Acreditava-se que o armazenamento da memória seria distribuído por todo o cérebro.
A partir de 1861, Broca evidencia que lesões restritas à parte posterior do lobo frontal, no lado esquerdo do cérebro, chamada de área de Broca, causavam um defeito específico na função da linguagem. Após essa localização da função da linguagem, os neurocientistas tornaram a voltar-se para a hipótese de se localizar a memória.
Wilder Penfield foi o primeiro a conseguir demonstrar que os processos da memória têm localizações específicas no cérebro humano. Penfield havia estudado com o pioneiro em neurofisiologia, Charles Sherrington. Na década de 1940, Penfield começou a usar métodos de estimulação elétrica, idênticos aos usados por Sherrington em macacos, para mapear as funções motoras, sensoriais e da linguagem no córtex humano de pacientes submetidos à neurocirurgia, para tratamento de epilepsia. Penfield explorou a superfície cortical em mais de mil pacientes e verificou que a estimulação elétrica produzia o que ele chamou de resposta experiencial, ou retrospecção, na qual o paciente descrevia uma lembrança correspondente a uma experiência vivida.
O Professor Antônio Branco Lefèvre é considerado o pai da neuropsicologia no Brasil. Lefèvre foi professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e suas pesquisa abrangeram a memória e a linguagem – a neuropsicologia – de crianças e adultos.
Tipos de memória
Memória declarativa. É a capacidade de verbalizar um fato. Classifica-se por sua vez em:
Memória imediata. É a memória que dura de frações a poucos segundos. Um exemplo é a capacidade de repetir imediatamente um número de telefone que é dito. Estes fatos são após um tempo completamente esquecidos, não deixando “traços”.
Memória de curto prazo. É a memória com duração de alguns segundos ou minutos.[2] Neste caso existe a formação de traços de memória. O período para a formação destes traços se chama de Período de consolidação. Um exemplo desta memória é a capacidade de lembrar eventos recentes que aconteceram nos últimos minutos.
Memória de longo prazo. É a memória com duração de dias, meses e anos. Um exemplo são as memórias do nome e idade de alguém quando se reencontra essa pessoa alguns dias depois. Como engloba um tempo muito grande pode ser diferenciada em alguns textos como memória de longuíssimo prazo quando envolve memória de muitos anos atrás.
Memória de procedimentos. É a capacidade de reter e processar informações que não podem ser verbalizadas, como tocar um instrumento ou andar de bicicleta. Ela é mais estável, mais difícil de ser perdida.
Esse é um dos casos da memoria de procedimentos, onde algo lembra e fixa na atividade recorrida no filme ou série.
03/12/2011 as 11:43
Google rulez, a esqueci Vaii toma no cú! #prontofalei
03/12/2011 as 22:34
Alguem se deu o trabalho d ler esta bosta?
04/12/2011 as 17:44
NERD!!!
15/12/2011 as 22:21
03/12/2011 as 2:35
Etá resumão, aposto que muita gente faz trabalho desse jeito!

resumindo o que tá ai nosso cérebro é um filho da puta!
03/12/2011 as 11:46
Já vi isso em outro blog.
04/12/2011 as 23:08
sempre acontece comigo,tambem quando nao consigo dormir e vejo alguma sombra,ai acendo a luz e nem é nada kkkkk
04/12/2011 as 23:09
verdade
05/12/2011 as 3:13
não seria aconselheval se lembrar de unicornios ja que unicornio é o simbolo do anti cristo pesquise e chore
05/12/2011 as 12:55
só eu achei que era o Fred Krueger troll ?
05/12/2011 as 15:58
aham cara! ooooooooooossa,e detalhe:né sóo isso,é antes de dormir tbm. Ooooou,quando vc dorme,e se acorda de madrugada. FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
08/12/2011 as 12:57
Verdade,o meu é bem Troll msm
10/12/2011 as 12:43
Eu achis ti Resident Evil 3 Exterminação sahsuahsau fiquei com barulhos de zumbi a hora toda e quando vo no banheiro pior aquele cilencio
13/12/2011 as 12:19
Cerebro de MERDA!
15/12/2011 as 20:46
Comigo acontece sempre às 04:49h. Fico uma hora acordado e depois durmo denovo. Cérebro.
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