A publicidade brasileira está anos luz a frente do resto do mundo

A barbearia do baiano chamou o carinha que varre os cabelos do chão e disse Ô GILSO, PÕE UMA PLACA LÁ NA RUA PRA GALERA VER NÓS QUANDO PASSAR.

A barbearia agora está conhecida no país todo. Enquanto isso, empresas de publicidade investem milhões pra contratar a Anitta pra uma propaganda que ninguém liga. Acho que está na hora do pessoal rever seus métodos.

Uma imagem que resume o Brasil

Como eu digo sempre aqui: O BRASIL NÃO É PARA PRINCIPIANTES.

Tem que saber como lidar com as coisas por aqui. Filas, regras, códigos de conduta… são coisas que as pessoas nem sabem como funcionam aqui.

Na praia com o falecido

O sábado tava tão quente que resolveram velar o Carlão na praia mesmo. Aliás já quero deixar registrado aqui que se eu morrer no verão, isso é o mínimo que eu espero. Me enterrem com um latão na mão (gelado).

Torcedor do Fluminense de Feira 300% putasso com seu time

Hoje em dia, depois da gourmetização dos estádios tá cada vez mais raro ver tiozões como esse. Antes quando a gente ia no estádio, nos tempos de arquibancada de concreto, com mato crescendo nos cantos e mijo sendo arremessado a todo instante, era comum ver um tio de rádio no ouvido descarregando todo seu repertório de palavrões.

O futebol do nordeste merece respeito por manter essa tradição ainda viva. OS TIOZÕES DE ESTÁDIO VIVEM.

Como recuperar a bola que caiu no quintal do vizinho

Só faltou a trilha do missão impossível pra dar um drama à situação. Além de buscar a bolinha, você pode deixar ele mais um tempo ali pra que ele evite de fazer cocô no seu quintal mais tarde.

“AIN QUE PAUNOCUZISSE HEIN JOE”

Cocô vira adubo, tá de boas.

Vai Filhão!
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